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Não se deve confundir solidão com privacidade. Ficar só é bem diverso de ficar solitário.

É comum que em alguns momentos, especialmente quando fora do do mundo do trabalho, num final de semana por exemplo as pessoas se sintam sós. Mas querem ficar sozinhos para poder pensar, baixar um pouco a intensidade do dia a dia, diminuir as turbulências, cuidar um pouco de si, não deve ser confundido com solitário, porque o solitário é aquele que ninguém tem. Solitária é a pessoa que fica quase abandonada, colocada à margem da coletiva. Muita gente, inclusive tem obsessão pelo trabalho, porque encontra um lugar em que se sente pertencido e conectada a outras pessoas. Não são poucos os que não gostam de feriados, de férias ou de finais de semana, porque se encontram com o desprezível consigo mesmo.

A solidão como escolha de si é para concatenar reflexões, meditação, crescimento biopsicoespiritual, enquanto a solidão resultante do abandono é malévola que estilhaça a nossa capacidade de sentir bem estar.

Estar só não é obrigatóriamente ser solitário

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