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Nas épocas que vai chegando a vez de algum tempo livre, algum algum momento em que estamos em liberdade para escolher o que fazer, até dizemos: Vou aproveitar agora, farei que me der na cabeça !Perigoso isso, mesmo que gostoso imaginar. Afinal fazer o que der na cabeça pode indicar submissão também aos instintos em nós latentes e que temos que dominar continuamente.Instintos? Nós humanos? No instinto não há escolha! Correto, tanto que Freud dizia que quando dominamos os nossos instintos, o nome disso é civilização.Em grande medida nós somos capazes de escapar da pura natureza, da pura biologia. E a liberdade é um atributo, uma qualidade essencialmente humana.O filósofo francês Jean-Paul Sartre, dizia que “nós somos condenados a ser livres”, isto é, não é escolha não ser livre, já está livremente escolhendo.Isso não é mero jogo de palavras. A liberdade carrega sobre nós uma responsabilidade muito grande, porque podendo escolher, a consequência das nossas deliberações será algo ligado à nossa própria capacidade. Nós somos, de fato, aquilo que escolhemos e as consequências que assumimos.

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