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A cena intelectual normalmente diz-se descrente em Deus e em tudo o que se leu acerca da Bíblia. É comum a descrença enrobustecer em intensidade diretamente proporcional ao fortalecimento cultural, ao conhecimento.
Eu entendo, vivi essa dinâmica por três das quatro décadas em cuja existo – mas algo mudou…
Por mais que estudemos e busquemos respostas etiológicas, nunca teremos respostas oriundas de equações e pesquisas que nos responderão as mais profundas (e velhas) questões existenciais.
Deus é um Ser que não podemos provar que existe nem que não existe – assunto enlouquecedor aos céticos não-rebeldes, os rebeldes são aqueles que ignoram tudo para dizer que “não” – usando uma não-fé cega – alguns milagres triviais (leia-se complexidades diárias) fazem no mínimo muito pensar.
Nosso corpo… Nossa mente… Nossa memória… Nossas mãos (ferramenta mais avançada que existe)… O céu azul… Os pássaros a voar…
Cheguei a um ponto em que feliz ou infelizmente ficou mais fácil acreditar do que não acreditar. Tenho pena de quem não acredita: sem crer em Deus, acredita-se em qualquer bobagem. Mas esta não é uma exortação religiosa, é só uma opinião alcançada com bênçãos práticas, além de testemunhos de pessoas incorruptíveis que conheço (elas existem). Céticos falam de energias, não seria “energia” um disfemismo para “coisas do alto”? Eu não pretendo formar um cristão com esta crônica, apenas quero gerar uma ínfima dúvida.
Duvidar, inclusive do “não existe” é aprender.

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