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A ansiedade chamada de angústia, aquela que não incomoda apenas a alma, aquela ansiedade que nos abre buracos no peito e/ou no estômago é uma consequência triste e soturna dos sintomas acerca dos transtornos de ansiedade: noites mal dormidas, digestões defeituosas, fraqueza muscular…
Tocar a descarga antes de terminar de urinar pode até ser engraçadinho no início, mas toda a pressa tem um preço. É tão “transtorno” que um ansioso não precisa nem de compromissos para perturbarem-lhe os miolos, inclusive o ócio é um poderosíssimo vetor de angústia – cabeça vazia, pensamentos diabólicos! – o senso comum diz com muita sabedoria.
A angústia nos prostra, no início apenas emocionalmente (ficamos inertes só por conta do mental), mas depois nos engessa com dores e fraquezas o corpo, gerando limitações, castrações de possibilidades. Permitir-se manter esse estado é um bom método de suicídio por crediário.
E permitir quem gostamos sofrer sem oferecer ajuda não é nada coerente: ou na verdade nem gostamos ou somos ainda mais doentes. Estenda a mão e olhares calmos aos apressados, mostre um abraço seguro aos que estão em pânico, reze por um amigo que sofre.
E tem outra coisa: neste mundo doente é pouco provável não passarmos algumas vezes pelos lotados desertos dos males do espírito. Devemos, também, atentar ao sofrimento alheio para evitar o nosso – fazer o bem é didático.
E vou terminar batendo na esburacada tecla do autoconhecimento – conhecendo o que nos aflige, somos mais eficazes nas batalhas.

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