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Apenas nominam paradigmas por elas próprias criados; sendo esses usados para o bem ou para adestramento de suas ovelhas: qualquer religião tem bons e maus sacerdotes. Mas não é disso que trataremos, meu intuito aqui é deixar claro que só é sozinho quem é absolutamente descrente. Acreditar numa força que nos ama e proteje é vital, e essa força, não como nós, é sempre boa; as feitas mais tristes de nossas vidas são maiores que nós quando sozinhos, deturbam-nos as ideias e esmaecem nossos prismas – mas nossa cruz não é peso só nosso, sofrer não precisa ser uma espécie de crossfit expiatório: nós nunca estamos sós – o ar que respiramos, a natureza que nos emoldura, as boas ações que percebemos…, tudo é Deus! Mas o contrário não significa a ausência dEle, o caos que nos fere também fere ao Pai, que convicto de que o que melhor nos deu é a liberdade, não nos faz marionetes fofinhos e sempre contentes. É preciso crer, e ao contrário do que se pensa, cultura e conhecimento não repelem a fé, como se pode não acreditar em nada conhecendo tanto? Você não acredita no Sol? Não acredita nas estações do ano? Em todos os milagres diários você apenas moléculas?
Pesquise vídeos acerca do funcionamento do nosso corpo, se não surgir uma pulguinha atrás da orelha de um descrente é porque ele está assistindo ao vídeo errado: somos milagres ambulantes!
Muito da descrença nasce da insatisfação, ou seja: há muitos antirreligiosos mimados – se as coisas não vão como a pessoa quer, logo ela não acredita em nada! Não é por aí.
Assumirmos a filhacidade divina é um abraço apertado e quentinho, por que você não o quer?

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One Comment on “Fé vs Religiões

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