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A mitologia hindu ensinava que, ao entardecer, o astro do dia se despojava de sua luz e atravessava o ceu durante a noite com uma face obscura. A mitologia grega figurava puxando por quatro cavalos o carro de Apólo. Anaximandro de Mileto, sustentava ao que refere Plutarco, que o Sol era um carro muito cheio de fogo muito vivo, que se escapava por uma abertura circular. Epicuro, teria emitido a opinião de que o sol se acendia pela manhã e se apagava a noite nas águas do oceano. Anaxagoras o tomava por um ferro embraseado, do tamanho do Peloponeso. Coisa singular! Os antigos eram tão invencivelmente induzidos a considerar real a grandeza aparente desse astro, que perseguiram os filósofos temerários por atribuírem volume ao facho do dia, fazendo necessária toda a autoridade de Pericles para salvá-los da condenação da morte, sendo conduzidos a exílios

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