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[veladamente, todos – a si – o fazem]

Reclamam os solitários, assim como reclamam os acompanhanhados; a insatisfação é prima próxima da projeção idealizadora. É simples compreender: segurança e liberdade são extremos de uma linha reta, mais perto de uma, mais distante da outra; a impossibilidade de sentir-se livre e seguro ao mesmo tempo  vetoriza esse descontentamento ininterrupto e infinito. Mas não podemos mergulhar nas amarguras provindas das impossibilidades – refletir e descrer é normal, mas antropomorfizar o niilismo é  invalidar toda a alegria que deveria nascer do nosso direito de escolher. Sejamos mais gratos…, não pode-se tudo ter, mas temos tanto a escolher. E Deus é tão correto que faz com que nossos significados nos escolham por nós. Por mais cegos que sejamos/estejamos acerca do que realmente nos importa (o tal de, na filosofia, significado) – eles nos cirandam ou nos chamam; o detalhe ululante que poucos enxergam é que eles são gratuitos ou custam muito pouco. Quais são os seus significados? Eu digo algums dos meus: filho, bichos, esportes, livros, conhecimento (principalmente o autoconhecimento), poucas, mas boas relações… Carro? Dinheiro no banco? Eu quero, mas não me signficam, não mesmo. Não quero me alongar nestes textos, hoje os leitores são de poucas letras – e como o intuito é ajudar com minhas experiências, quero ser lido. Portanto peço para que sejamos mais gratos e aviso que traterei, em especial, sobre este mesmo assunto quando envolve pessoas que sofrem de depressão (como eu).

Fiquem com Deus.

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