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E algumas pessoas aparentam serenidade, mas em alguns casos e tratar muito mais e acomodação. São aquelas que vivem dizendo “não, mas a vida é assim “, ” vamos deixar como as coisas estão”, ” Uma hora melhora “… Isto é, aquilo que conduz a inação, ausência de ação, ou não movimento, a não reação. Em muitas situações é necessário que a pessoa seja sujeito não objeto daquilo que faz. Não seja apenas um paciente em relação ao que acontece na vida, no dia a dia, mas seja um agente da sua condição.

E o escritor francês Honoré de Balzac nos provocava ao dizer que a resignação é um suicídio cotidiano.

A pessoa resignada faz morrer dentro dela, de um lado, a capacidade de resistência; de outro, a possibilidade de não se acovardar, de não se enfraquecer. A resignação mata a própria dignidade, porque tem, por princípio, É a suposição de que nada pode ser feito ou por que falta coragem para fazê-lo.

Nesse passo, portanto, indica uma circunstância que se assemelha ao suicídio cotidiano, as pequenas mortes que vão acontecendo e conduzir a um estado de chateação, de infelicidade, e pior de tudo, de decepção consigo mesmo.

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