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O maior erro no erro é a culpa: somos acorrentados a grilhões que nos limitam evoluir, tornamo-nos o punhal que apunhala a nós próprios.
Para a culpa, nosso espírito é um coração de mãe: sempre cabe mais uma.
Devemos, prementemente, transformar culpas em arrependimentos – mas qual a diferença? Não é tão simples, mas vamos lá…
Arrependidos, já forjamos a pré-virtude de não querer repetir o erro, o que é um pequeno primeiro passo para a efetivação de sua não-amiudação, já uma virtude. Arrependidos, podemos consertar o que for consertável, e assim concertar (sim, com “c”) uma existência internamente mais pacífica, algo como estar de bem consigo. E o que não tem mais jeito deve ser alijado, defenestrado! Somos falhos, mas somos ótimos em reparos e calibragem anímicas. Um pouquinho de fé, em Deus e em si, nos possibilita crescer, e algumas pitadas de conhecimento e autoconhecimento só ajudam.
Portanto sigamos em frente, sejamos justos com nossos próprios juízos; remoer malfeitos é andar para trás.

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One Comment on “Curupira

  1. Boa noite meu amigo. Simples, insiciva e essencial. Oq que tiro, principalmente, é oq Sinatra já falava: arrependimentos, tenho vários. As repetições dos pensamentos de culpa são hebefrenicas. Parabéns pelo texto. Serviu pra mim hj. Se colocarmos a responsabilidade de como nos sentimos nas mãos de terceiros. Deixamos que eles decidam nosso estado de espírito.
    Às vezes estamos nos martirizando e as pessoas estão tomando um chopp.
    Abraço Rodrigo

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