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FOi pensando assim que a minha fé em Deus alcançou profundidade. Quando fui apresentado a fé sobrenatural ela me soou razoável. Um ser superior cuida de mim. A teologia do cuidado, nada que humanamente eu não conhecesse de perto. Meu encontro com Deus foi marcado pela face misericordiosa de Jesus. Foi minha mãe que me falou primeiro Dele. E sempre com exemplos humano. Uma vez eu quebrei uma que ela guardava com muito carinho. Não pelo valor financeiro, mas pelo valor emocional, pertencia a minha avó que a deixou como herança. Ela não estava em casa, e quando retornou eu me esconde. Estava com medo. Meu irmão fez o papel de promotor. Apressou-se a contar meu feito. Ela começou me buscar pela casa encontrou embaixo do sofá. Então me diz “meu filho, a louça é preciosa pra mim, mas você é muito mais. Não precisa sofrer por isso!” Em um abraço morreu todo mal que o meu medo havia provocado em mim. Aquela experiência do amor humano me ajudou a compreender o amor sobrenatural de Deus. É interessante, mas olho o meu passado e identifico muitas histórias em que o amor natural restabeleceu ponte com o sobrenatural. Para mim, Acreditar em Deus esteve muito associado ao que eu consegui aprender com minha mãe. No seu gestos, mas também no que ela me dizia. Eu experimento uma fé herdada, materna, existencial. Bíblica, mas também profana . E, pura, mas também miscigenado nas crenças de outros; católica.

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