Ser humilde e tomar uma visão realista de nós mesmos

Humildade era uma idéia tão estranha para a maioria de nós que a ignoramos enquanto podíamos. Quando pela primeira vez vimos a palavra “humildemente”, podemos ter imaginado que ela significava que tínhamos bastante humilhação guardada. Talvez tenhamos ido ao dicionário, apenas par nos tornar ainda mais confusos com sua definição. Não entendíamos como modéstia e subordinação se aplicavam. Ser humilde não significa que somos a mais baixa forma de vida. Pelo contrário, tornar-se humilde significa atingir uma visão realista de nós mesmos e de onde nos situamos no mundo. Alcançamos um estado de consciência baseado na aceitação de todos os aspectos de nós mesmos. Não recusamos nossas boas qualidades nem exageramos nossos defeitos. Honestamente aceitamos quem somos. Nenhum de nós irá atingir um estado de humildade perfeita. Mas certamente podemos nos esforçar para honestamente admitir nossas imperfeições, aceirar nossas qualidades e confiar em Deus como fonte de força. Humildade não significa rastejar pelos caminhos da vida, significa apenas admitir que não podemos seguir sozinhos. Precisamos uns dos outros e, acima de tudo, precisamos do poder de um Deus amoroso.

Para ser humilde, eu vou aceitar honestamente todas as minhas facetas, vendo meu verdadeiro lugar no mundo. Para obter a força de que preciso para ocupar este lugar, eu vou confiar no Deus de minha compreensão

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Planos pra que ?

Há um velho ditado que às vezes ouvimos “Se queres ouvir Deus a rir, conta-lhe os teus planos.” Quando ouvimos isto também costumamos rir, mas há um certo nervosismo no nosso riso. Questionamos se todos os planos que fizemos cuidadosamente não estarão condenados a falhar. Se estivermos a planear um grande evento – um casamento, um regresso aos estudos, ou talvez uma mudança de emprego – começamos a pensar se os nossos planos serão os mesmos que os de Deus. Somos capazes de ficar num tal estado de preocupação perante esta pergunta, que nos recusamos a fazer quaisquer planos. Mas a verdade é que não sabemos, de todo, se os planos de Deus para a nossa vida estão gravados, ou não, em pedra. A maioria de nós tem opiniões sobre a sorte ou o destino, mas quer acreditemos nessas teorias ou não, não deixamos de ter a responsabilidade de viver as nossas vidas e de fazer planos para o futuro. Se nos recusarmos a aceitar a responsabilidade pelas nossas vidas, estaremos, na mesma, a fazer planos – planos para uma existência superficial e chata. Aquilo que fazemos no cotidiano são planos, e não resultados. Nunca saberemos se o casamento, os estudos, ou o novo emprego irão resultar, até os experimentarmos. Apenas exercitamos o nosso bom senso, falamos com nossa família e amigos, rezamos, usamos toda a informação que temos, e fazemos os planos mais razoáveis que conseguirmos. Para o resto, confiamos no amor e na atenção de Deus na forma em que o concebemos, sabendo que agimos de uma forma responsável.

Entrega

Como é que iniciamos o processo de deixar Deus orientar as nossas vidas? Quando procuramos conselhos sobre situações que nos perturbam, costumamos descobrir que Deus funciona através dos outros. Quando aceitamos que não temos todas as respostas, abrimo-nos a novas e diferentes opções. Uma boa-vontade para largarmos as nossas ideias e opiniões pré-concebidas permite que a orientação espiritual guie o nosso caminho. Há alturas em que temos de ser levados a um ponto de desespero, antes de estarmos prontos a entregar as situações difíceis a Deus. Conspirar ansiosamente, lutar, planear, preocuparmo-nos – nada disto é suficiente. Podemos ter a certeza de que, se entregarmos os nossos problemas ao nosso Poder Superior, ao ouvirmos os outros partilhar as suas experiências, ou no silêncio da meditação, as respostas hão-de chegar. Não vale a pena viver uma existência frenética. Atravessar a vida como se fosse uma casa a arder, deixa-nos exaustos, e não nos leva a lado nenhum. Nenhuma manipulação da nossa parte acabará por mudar as situações. Quando entregamos e permitimos a nós mesmos o acesso a Deus, vamos descobrir a melhor maneira de agir. Podemos ficar descansados, que as respostas oriundas de uma base espiritual sã serão muito superiores a quaisquer respostas que nós próprios pudéssemos fabricar.

Identidades

As nossas identidades, a forma como pensamos e sentimos, foram moldadas pelas nossas experiências. Algumas das nossas experiências tornaram-nos pessoas melhores, outras causaram-nos vergonha ou embaraço; todas elas influenciaram quem hoje somos. Podemos tirar partido do conhecimento adquirido ao examinarmos os nossos erros, usando esta sabedoria para orientar as decisões que tomamos hoje. A aceitação de nós mesmos significa aceitarmos todos os nossos aspectos – os nossos valores, os nossos defeitos, os nossos sucessos e os nossos fracassos . As vergonhas e as culpas que não foram lidadas podem paralisar-nos, impedindo-nos de avançar nas nossas vidas. Algumas das reparações mais importantes que podemos fazer em relação aos erros do nosso passado são feitas simplesmente ao agirmos hoje de forma diferente. Esforçamo-nos por melhorar e medimos o nosso sucesso comparando-nos hoje com aquilo que costumávamos ser. Por sermos humanos, vamos continuar a cometer erros; não precisamos, todavia, de continuar a repetir os mesmos erros vezes sem conta. Ao olharmos para o nosso passado e percebermos que mudámos e crescemos, vamos encontrar esperança para o futuro. O melhor ainda está para vir.

Então Vou fazer o melhor que possa com aquilo que tenho hoje. Cada dia vou aprender qualquer coisa nova que vai ajudar-me.

Colo de mãe

Somente depois de andar por terras estranhas é que pude reconhecer a beleza da minha morada. A ausência mensura o tamanho do local perdido, evidencia o que antes tornou-se oculto, por força do costume. Abri o portão principal como alguém abria um cofre que resguardava valores imensuráveis. Olhei minha mãe como se fosse a primeira vez. Olhei como voltasse a ser criança pequena e estivesse a descobrir-lhe as feições maternas. As vozes do passado estavam reinauguradas. Deitei-me em seu colo como se quisesse realizar a proeza de ser gerado de novo. Enquanto suas mãos desenhavam carinhos sobre os meus cabelos, um outro movimento atingia minha alma. Mãos com poder de sutura existencial. Alinhavos que os dedos amarravam, enquanto o quente daquele colo me devolvia ao meu corte original. A mulher em silêncio, meu melhor lugar

Ser pessoa: processo de devolução

Você está em processo de construção. Deveríamos estar com placas dizendo: ‘Estamos em obra, cuidado!’ É o seu processo de ‘feitura’ de ser pessoa.

‘Não tenha preguiça de conhecer seu ‘território’ e saber quem você é realmente’

Enquanto você viver haverá partes deste ‘território’ para conhecer. Tantas coisas nos foram entregues, mas se elas não vêm à tona, e nem as investigarmos, tudo o que temos dentro de nós fica sem uso. Quanta coisa preciosa você tem dentro de você e não sabe por quê fica só na superficialidade do conhecimento de si? Quando é que você sabe que uma pessoa se ama? Você só sabe que ela se ama quando ela se cuida, quando tem disciplina.

Que você não morra com seus valores ‘engavetados’, pois Deus lhe dá talentos para que você os use, e não para deixar guardado.

‘Eu sou um dom de Deus’. Todos os dias há alguma coisa para você ir atrás e descobrir. Você se recebe de Deus, Ele que me deu esta obra todos os dias. Temos que ser bom naquilo que a gente faz para nos colocarmos à serviço dos que necessitam. Uma pessoa só é pessoa quando se disponibiliza aos outros. Aquilo que recebo de Deus coloco à disposição dos outros. E nisso temos a integração de uma personalidade saudável.

Ser pessoa não é só contemplar o que sou e tenho de melhor, mas ser pessoa é descobrir e cultivar o que tenho de melhor para que outros sejam beneficiados. Como Jesus fazia o tempo todo em sua capacidade de se doar e ensinar, é preciso se doar também. É necessário tomar cuidado para outra pessoa não tomar posse do que você é, pois a partir daí você não terá mais domínio sobre o que é seu. Se não sou capaz de tomar conta de mim, perco meus talentos e não me possuo mais. Quantas vezes você foi machucado nesta vida e pessoas lhe roubaram? Quando não me possuo, tenho dificuldade de ser para o outro, e corro o risco de não ser o que devo ser.

Estabeleça o seu limite. Seja firme!

A arte de viver sem expectativas

Algumas constatações evolutivas que você já deve ter vivido mas não se conscientizado ainda …

1- O outro não existe para te agradar.

2- Ninguém é culpado pelo que você está sentindo. É você que opta pelos sentimentos que tens neste momento.

3- A arte de viver sem expectativas e, sim, com perspectiva é a chave para não se frustrar.

4- Cure em você o vício da necessidade de aprovação do outro. Só assim, poderá desfrutar da ousadia e confiança natural ao seu espírito.

5 – Você não tem controle de nada, por mais que acredite que tenha. Lembre-se, daqui a pouco a Terra irá reivindicar o seu corpo e deixarás esse planeta para ingressar numa nova fase de existência. Abra mão do controle, só assim terá domínio sobre si mesmo e sobre sua vida. Controle é um reflexo do medo, domínio é um reflexo do estado de ausência absoluta de tensão interna.

6- Não se deforme ou se descaracterize para tentar “caber” no espaço apertado do pensamento que o outro tem em relação a você. Isso não vai dar certo. Quando você se deforma para agradar alguém, sua luz se apaga e é apenas você que fica no escuro se sentindo perdido.

7- Não acredite no que os outros dizem para você, por mais romântico e poético que possa ser. O que importa são as atitudes e não as palavras.

8 – Abandone o orgulho e o delírio de acreditar que tudo vai ser como você quer.

9 – Tudo é passageiro.Como diria Charles Chaplin. De perto a vida é uma tragédia, de longe é uma comédia. Daqui a pouco você vai rir de todos os dramas que criou. Pois tudo passa.

10 – Você é responsável por tudo que está acontecendo em sua vida. Seus pensamentos e sentimentos predominantes irão formatar a sua realidade; quer você queira, quer não. Portanto, se quiser mudar a sua realidade, mude seus pensamentos e sentimentos.

11- Carência emocional não é a necessidade de receber e, sim, de se dar. Só você poderá suprir suas necessidades emocionais. Projetá-las em alguém é o mesmo que pedir para que alguém se alimente para saciar a sua fome.

12 – Viva com simplicidade e com mais realidade. Só assim, quem você realmente é, vai surgir de verdade. Ria mais e não leve tudo tão a sério. Afinal de contas, a essência da vida é se descobrir e desfrutar dessa maravilhosa aventura chamada evolução.

Paz & Consciência🙌🏽💕🙌🏽💕🌈

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