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Se dois pães feitos por duas pessoas seguindo a mesma receita, não saem do mesmo modo. Ha sempre aquilo que é específico de uma pessoa. Assim como não há possibilidade de uma exclusividade caminho. Terêncio é um poeta romano que muita gente reconhece por uma frase dita como sendo o senso comum: lenquanto a vida a esperança” essa famosa frase aparece numa comédia de Terêncio chamada “O punidor de si mesmo” Numa outra comédia titulada a Adelphos que em grego é uma ideia de irmãos. Terencio anotou: “Se duas pessoas fazem uma mesma coisa não é a mesma coisa “

De fato a originalidade é própria não é um modo único de fazer algo. Mesmo que uma receita seja de comida de projeto de interpretação de música – seja a mesma coisa, lembra o Terêncio não é a mesma coisa.

Aquilo que é próprio que é da pessoa que faz com que haja um registro de característica que não se dilui, não se perde no que outra pessoa faz.

Isso dá um encanto muito grande nossa vida

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Creio que tudo que nos é facilitado por esta comunicação praticamente ininterrupta, um bom exemplo é este nosso espaço, pode e deve ser usado para mútua ajuda. É legal e necessário usufruirmos de algumas amenidades, somos um frasco repleto de traumas e profundidades, somos pesados como a vida nos forja, e vivemos tempos difíceis como todos os outros tempos.
Nunca foi, nunca será a vida simples ou fácil, entenda este estoicismo como tudo o que estoico realmente é: um prisma otimista, posto que parte de uma realidade imutável visando facilitá-la acerca de nossas formas de vivê-la; mas vamos deixar tudo o que é raso para depois e mergulhar no que mais nos é denso e escuro: nós mesmos.
Reparemos, reflitamos (só “sobreviver” nos adoece, sem mensurar e sopesar tudo e o que nos faz mal tanto quanto o que nos faz bem e realmente nos importa, literalmente surtamos) acerca de todo o peso que já está na bagagem preparada para o dia de hoje: há muito lixo alijável, mas creio que há mais peso e volume no que temos que realmente carregar – vamos desistir de uma “vida leve” – a vida não é leve, e enganar-se a si – algumas redundâncias são necessárias quando tememos a ambiguidade – é vetor de ansiedade, assim como enganar qualquer outra pessoa, pode acreditar.
Pense nos compromissos que assumiu sem a menor vontade de cumprir; pois bem: só a necessidade não é salutar quando falta uma mínima vontade; o que é necessário e foi combinado é essencial ou amiudados “sins” irresponsáveis o tornaram intrínseco aos nossos deveres? Dizer “não” é trabalhoso (eu sou péssimo nisso), mas um sim leviano pode gerar catástrofes existenciais – esse peso nos corcunda animicamente: gera ansiedade, que gera raiva, que gera caos.
E nossos recorrentes pensamentos negativos? Não falo daqueles que creem que tudo dará errado, estes são o menor dos problemas, são consertáveis – basta mera distração; falo daqueles pensamentos que nos encontram no travesseiro, quando pensamos em tudo o que já fizemos de bobagens – sentimos vergonha e culpa hoje tão intensa como se o erro estivesse sendo cometido agora, e muitas vezes trata-se de “mau passo” velho, sobre os quais nada podemos fazer além de não repeti-los. Ficar ansioso ao dormir, coração disparado, ou ao acordar é saudável? Não tenho uma receita para evitar a sabotagem que nos é reviver o que devemos deixar para trás, mas não alimentar esses pensamentos é primordial e factível: orar (não é um texto religioso, entenda “orar” com “mantralizar” bons pensamentos, ou mesmo conversar com você mesmo”) ou entreter-se (é aqui que eu queria chegar) é vacina e tratamento.
Ler… Livros carregam uma substância essencial para que vivamos de maneira digna, sem escravizarmo-nos na escuridão: conhecimento. Quando conhecemos o mal que nos açoita, sofremos sem medo; e sem medo é muito mais fácil resolver o máximo possível de um problema – se eu não soubesse tudo o que sei sobre quadros de pânico sabendo perfeitamente quando está em mim acontecendo uma crise, eu correria atrás de um ônibus, ultrapassava-o e pulava em sua frente. Sei que meu medo é uma ferramenta evolutiva (no caso, com defeito) e mantralizo “vai passar”.
Um caso de depressão profunda que não é conhecido, a pessoa achar que todo o inferno cinza e arrastado é real enlouquece; saber que está doente num caso desses evitaria muitos suicídios, divórcios e desempregos. Conhecimento é cura (cura, etimologicamente é, grosso modo, cuidado perene) – curar-se é hábito. E conhecer vetoriza autoconhecer. Achemos nossos meios.
Não é nada fácil, assim como ler um texto muito longo, por isso prometo continuar noutro dia.
Mas finalizo com uma dica óbvia: escreva o nome do teu problema no Google e/ou no YouTube – bom proveito.
Em tempo: nunca se esqueça deste mandamento invertido – “Ame a ti como passou a amar o próximo “.img_0830

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Ha algumas coisas em você que eu conheço outras que eu posso intuir, há alguns mistérios que estão preservados então necessito conviver mais

Eu lembro que nas aulas de psicologia da faculdade eu perguntava para professora com toda soberba “então a psicologia não explica isso”e depois a maturidade foi chegando no meu coração e eu fui entender que nem tudo de nós pode ser explicado mesmo. Quantas coisas da vida você não consegue entender?

É tão interessante nós percebemos minha gente que aquilo que nós somos com pessoas, aquilo que você consegue ser além do que é. Hoje o resultado final que encontramos aqui a filosofia explica que o ser humano é sempre uma manifestação quando estou na frente de alguém estou na frente de um fenômeno

Em quantas coisas do seu comportamento da suas escolhas você ainda não consegue compreender? Não tem psicologia que explique por que você é um fenômeno você está em processo de manifestação está em processo de feitura haverá sempre um espaço para uma surpresa

Nós somos reações de coisas que estamos escolhendo pra nossa vida um dia precisamos aprender a escolher não importa qual seja o contexto das coisas que você viveu das incoerências todos nós somos convidados hoje a repensar as escolhas que nós fazemos a luz da palavra sagrada porque nela não a incoerência

Por favor, entenda.

No exemplo reside a força maior da educação – em seu mais amplo sentido, entendamos “educação” como “formação existencial das saúdes ética, moral, social, física e espiritual”. Tagarelar virtudes é assaz fácil, embrenhar-se nelas digladiando contra o demônio que somos, com duras quedas, suicidáveis frustrações e infinitos recomeços é o difícil que margeia o impossível.
Dar exemplo só é genuíno a quem nos importa, nos significa, a quem amamos? Sim. E não. Acerca da opinião de outrem, o alcance de nossos exemplos só deve nos preocupar até o fim da lista dos amados; mas acerca da transformação do “status quo” tão indolente e desumano em cujo moramos, nosso exemplos devem ser ferramentas expiatórias, contritórias e redentoras – ser soturno e reclamar do “hoje” ou do “sempre” sem ao menos pensar em tirar a bunda da cadeira em que nós próprios nos amarramos, poupando-nos o trabalho de ser “pessoa” é vil e pueril. Se agires ou continuar a assim agir, só posso ilustrá-lo na imagem de uma criança ruim, que mata seus bichinhos por prazer. Para ser monstro não é preciso fazer nada.
Cuide de sua sombra, ela indica de onde vem tua luz.

Mapa mental é uma estrutura semelhante à web composta por palavras, figuras ou imagens e linhas criadas com o propósito único de organização visual da informação. O conceito ou tópico principal é situado na parte central dessa estrutura, normalmente escrito em folha em branco e em formato paisagem. A partir do assunto principal, são delineados outros assuntos relevantes. Palavras e ideias sustentam as concepções, que são largamente conectadas aos principais, enquanto que tópicos de menor relevância vão se agrupando até alcançar a última ideia.  

Em linguagem matemática, dizem que mapa mental é um diagrama do tipo teia de aranha, em que determinados experimentos são acrescidos ao diagrama de Venn e Euler. Semelhante a uma aranha real, o corpo principal da equação matemática (igual ao corpo da aranha) poderia se expandir para outros pontos (representando as pernas do aracnídeo). “A ideia de explosão solar” é outro conceito semelhante ao mapeamento mental. Tal qual o sol e seus inúmeros raios, uma ideia pode espalhar-se em diversos conceitos menores, fazendo-a parecer com o próprio sol.

Por exemplo, se o estresse for  tema cen-tral ou principal, os outros conceitos essen-ciais que podem surgir são a definição de estresse, suas teorias e seus teóricos, além de os diversos tipos existentes. Desse ponto, outros subitens também podem irromper tais como os fatores causadores de estresse, seus efeitos e o tratamento. Ainda partindo desse grupo, maiores detalhes poderiam emergir tais como as técnicas de relaxamento para combater o estresse e como ter uma vida sem ele.

O mapeamento mental torna-se mais popular à medida que os anos passam. Comparado aos métodos tradicionais como, por exemplo, o debate e o estudo por meio de anotações lineares, o mapeamento mental mostra-se entre 15% e 20% mais eficaz em ativar a memória e em desenvolver o aprendizado. Muitas pessoas estão também descobrindo que as tarefas tornam-se mais fáceis e os problemas difíceis estão sendo solucionados mais rapidamente quando elas usam o mapeamento mental. Esse fenômeno pode ser atribuído à forma com que o cérebro funciona. Um breve resumo de como ele processa os dados pode revelar o misterioso sucesso do mapeamento mental.

Aqui está:

recebe de diferentes fontes. As informações são armazenadas em um banco de conhecimentos no cérebro, prontas para uso quando se busca por esses dados. Contudo, nem todas as informações recebidas são tidas como importantes. Por isso, somente aquelas consideradas vitais são recuperadas e relembradas pelo cérebro. Quanto às demais informações, elas são normalmente perdidas e esquecidas.

Porém, não é apenas o nível de relevância que está envolvido no registro dessas infor-mações no banco de memórias do cérebro. Entre outros fatores, é possível incluir:

– A saúde geral do cérebro. Não é neces-sário dizer que quanto mais saudável o cérebro for, maior será sua capacidade de reter informação.  Por isso, cuide dele. Forneça-lhe descanso, estímulo e exercício adequados, além de nutrientes e oxigênio suficientes. Proteja- contra traumas e lesões usando protetores apropriados quando necessário.

Gente minha, ninguém é capaz de referir-se a algo tão “mais nós” até do que nós mesmos (fiquem tranquilos, não copiei nenhum texto da Dilma) – falo da nossa percepção; bom, o que nos chega cria falsas realidades – o dia pode estar lindo para um e tenebroso para outros; não falo de gostos, falo da falsa ilusão metafísica com a qual passamos a acreditar na inconsciente arrogância de crer que o mundo é um lugar de mesmos cheiros, mesmos gostos, mesmas cores…, sou então o sabichão, o dono da Verdade. Mas dito isso, um prelúdio, eu só quero deixar uma dica aos que sofrem de (o mais praticado defeito de percepção) depressão: quando achar-se assaz triste, pense em tudo e em todos que te cercam, que você ama. Aí subtraia você dessa equação – se a sua vida sem você for boa, pode relaxar – nada que um bom profissional não resolva.

O código de Deus

Faça-te um hábito.

Há silêncio e silêncios

Poesia dos dias de derrota

O olhar apressado é a matriz de todo preconceito